quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Morrer sozinho ... e sem ninguém dar pela nossa falta.

Esta notícia deixou-me com o estômago ás voltas. Como é possível se, inclusive a senhor atinha família em Lisboa, como é possível passarem 9 anos e ninguém dar por nada. Esta sociedade moderna, mininal em afectos, assusta-me a cada novo exemplo de insensibilidade humana.

3 comentários:

  1. Caramba, acabei de ficar enjoada com isto. Como pode passar tanto tempo sem haver o mínimo de preocupação ou sequer repararem na ausência? Apenas uma vizinha deu conta do caso? A família cagou de alto para o assunto...?
    Como é que é possível...Tenho tanta sorte de viver numa familia onde as pessoas contactam-se e sentem falta umas das outras..

    (o link dá para a página inicial do JN, mas consegui ir lá dar, se quiseres rectificar entretanto...)

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  2. Obrigada Analog!Não tinha reparado! :)

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  3. Bem, não serve de consolo mas não deixa de ser notório. A senhora não morreu sozinha, teve sempre a seu lado o seu cãozinho, que morreu depois, juntinho a ela, sem sequer lhe tocar (de fome).

    E ainda dizem que as regiões do interior são isoladas. Nas cidades é que se vive a verdadeira solidão. :(

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