segunda-feira, 16 de julho de 2012
How to loose a guy in one week?
Se ele for da nossa altura, usar saltos de 10 centímetros todos os dias durante uma semana. Foi remédio santo!
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Nota: Eu sei que é um bocado cruel, mas quando as pessoas (homens) não se tocam apesar de todos os indicadores, temos que passar a meios mais radicais!
Nunca mais
Quando é que Miguel Relvas se demite
afinal? Ou é totalmente desprovido de carácter mesmo?
Hà quem nunca tenha vergonha na cara.
Hà quem nunca tenha vergonha na cara.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O problema de já se ter sido feliz
é que quando deixamos de o ser, damos pela diferença. Não estou a falar de momentos de felicidade. Estou a falar de um estado mais consistente e pleno em que a palavra que melhor a descrevia para mim era casa: sentia-me bem, completa, inteira. Sabia que a vida ia trazer dificuldades e dias negros, mas achava que seriam dias, porque o mais importante eu já tinha: uma pessoa do lado que me completava e enchia todos os pedacinhos da minha vida. O trabalho podia ser uma seca, o mundo podia estar em crise, eu tinha um porto seguro, um melhor amigo que eu achava que estaria sempre, sempre lá. Achava-me abençoada e sabia da sorte que tinha, sabia o difícil que era encontrar aquilo, àquele nível.
Depois as coisas partem-se, a vida acontece e tudo cai ao chão: os planos, os sonhos, a própria visão da vida, os nossos valores e ideiais. Tudo varrido para debaixo da carpete e vai-se a felicidade de vez, sendo substituída por momentos felizes, esporádicos, fugazes, aqui e além. E o problema maior é que, se antes da felicidade almejávamos a algo que embora não sabendo bem o que é, ainda achamos possível de achar. Depois dela damos conta que tudo acaba, tudo muda e que as nossas mãos ficam vazias.
Depois as coisas partem-se, a vida acontece e tudo cai ao chão: os planos, os sonhos, a própria visão da vida, os nossos valores e ideiais. Tudo varrido para debaixo da carpete e vai-se a felicidade de vez, sendo substituída por momentos felizes, esporádicos, fugazes, aqui e além. E o problema maior é que, se antes da felicidade almejávamos a algo que embora não sabendo bem o que é, ainda achamos possível de achar. Depois dela damos conta que tudo acaba, tudo muda e que as nossas mãos ficam vazias.
É por isso que me deixa triste e magoada ver uma amiga a quem isto acaba de acontecer. A mesma amiga que no ano passado tanta vez me consolou na tristeza e que já na altura dizia que não saberia o que fazer caso lhe acontecesse a ela. Ora foda-se! Foda--se tudo se isto não resulta com ninguém, se além de mim tenho de ver os meus amigos no chão e aprender de novo com eles que a nossa inocência é-nos roubada em definitivo depois de uma coisas destas. Não há nenhum dos meus amigos próximos que esteja bem, nem um. Não há uma história inspiradora, um exemplo de que sim, tudo vai correr bem, tudo vai voltar a estar bem um dia. Não sei se é da crise, se é das mulheres que mudaram muito, se é dos homens que não sabem lidar com essa mudança, que chegam ao fim da década dos 20 mais perdidos do que quando tinham 18, que são uns filhos da puta de uns egoístas. Não há amizade, não há amor, não há anos de partilhas, não há mais nada quando um dia se lhes passa uma confusão mental e viram costas apenas. " Somos responsáveis por aquilo que cativamos" Devia ser assim, mas na realidade nada tem que ver. Como é que se confia outra vez? Como é que alguém se entrega de novo depos de uma queda destas? Como é que se volta áquele estado de felicidade inicial e pura? Por mais que se queira, ou se precise, não dá para acreditar em mais nada. E um homem sem fé, qualquer tipo de fé que nos mantinha a navegar, não tem, verdadeiramente, nada.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Além Tejo!
Só no ano passado descobri os encantos da costa vicentina e fiquei agarrada. A palavra ideal será dizer que fiquei "hooked". Gosto das paisagens desertas, as praias imensas e despovoadas, a costa mais selvagem, as estradas sem luzes em que se vê melhor o céu nocturno alentejano. Gosto do sotaque dos locais, do bolo de alfarroba e da sericaia, o peixe fresco grelhado que se encontra em qualquer lugar. Gosto de pegar no carro e andar de praia em praia, todos os dias uma diferente, impossível dizer qual a melhor. Gosto das piscinas naturais que ficam nas rochas onde a água aquece o suficiente para que possa lá ficar uma hora inteira de molho, alheia ao tempo, a tentar boiar de olhos postos no céu. Gosto da cor rápida e dourada que o meu corpo ganha nuns 3 dias de sol. O cabelo encaracolado e o cheiro a sal na pele. Gosto de ver os gaios a voar de árvore em árvore ( já não via um faz anos, quando era míuda tivemos um de estimação que inclusive falava), das paisagens pontilhadas com cavalos e fardos enrolados de feno. Os campos de centeio dourados ao sol do fim de tarde, os calções sempre curtos ou o biquini sempre pronto a ser mostrado, chinelo no pé, ausência de Tv, de maquilhagem, de calças vincadas e de amarras sociais. O sabor a road trip num carro cheio de areia e músicas de verão a tocar alto.
Nas férias sou mais eu, sinto-me mais eu, mais genuína, mais fiel a mim mesma. Depois regresso aqui, à rotina deste dia-a-dia, à televisão e ás notícias sobre o país e a crise, e cai um desânimo pesado, uma insatisfação que anda aqui por dentro das veias a maior parte do ano. Ficam as fotos e o reavivar de que eu não sou este trabalho nem esta vida que não me enche, mas que sou muito, muito mais e que por vezes é preciso mesmo párar e fugir de tudo para me lembrar, para não esquecer sobretudo.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Algo está muito errado quando um governo implicitamente equipara estar doente a estar de férias.
O sector público primeiro o privado depois?!
“No que respeita às situações de falta por doença dos trabalhadores nomeados e do regime de protecção social convergente, se o impedimento se prolongar efectiva ou previsivelmente por mais um mês, determina-se (…) a não aquisição do direito a férias e respectivo subsídio nessas circunstâncias”, refere o diploma, segundo o mesmo o Público.
“No que respeita às situações de falta por doença dos trabalhadores nomeados e do regime de protecção social convergente, se o impedimento se prolongar efectiva ou previsivelmente por mais um mês, determina-se (…) a não aquisição do direito a férias e respectivo subsídio nessas circunstâncias”, refere o diploma, segundo o mesmo o Público.
O triste fado português
Não sou dada a futebol: não tenho clube
( simpatizar com o Porto porque quando tinha 11 anos achava piada ao Vitor
Baía não conta), penso que o futebol é por demais valorizado quando todas
as outras modalidades são esquecidas e os fãs roçam o fanatismo. Mas não
sou excepção quando joga a selecção em competições importantes. Aí prosto-me
frente a um televisor até ao final da partida, sofro, fico nervosa, digo
palavrões.
Ontem o país pareceu-me unir-se naqueles
120 minutos de sofrimento num mesmo sentimento. E no final o mesmo desfecho:
o de sempre. Pura falta de sorte, a mesma sorte que nos nega uma bola à
baliza quando esta bate na trave e contempla outros com bola na trave mas entrada directa na baliza. O orgulho por jogar bem não chega, nem chega
o quarto lugar. A sensação que fica é sempre a de " estivemos quase
lá, é sempre o quase, é sempre por pouco, nunca se atinge o clímax
apesar do trabalho, do bom desempenho, da meritocracia.
Esta situação que acontece campeonato
após campeonato no futebol português poderia ser uma metáfora perfeita
para a situação do país em geral. Também o português é esforçado e trabalhador
( excepções à parte claro) apesar de levar com a fama de preguiçoso e mau
profissional dentro de portas (no estrangeiro somos sempre reconhecidos).
Apesar de termos alunos com boas notas e excelentes cabeças, boas ideias
e projectos, nunca tem a sorte de encontrar um emprego no próprio país. Apesar
de sermos um país de fácil trato e solarengo, um jardinzinho à beira mar, com boas paisagens, boa comida, qualidade de vida, nunca temos a sorte de termos
governantes à altura para sermos finalmente o país que devíamos ser. O nosso destino nunca se parece cumprir, é cheio de promessas e muitos quase lá.
E porquê?! A explicação nunca é suficiente,
nem nunca chega para contentar em nada. Foge à lógica, ao mérito, à justiça.
Porque, até mesmo pelo pârametro da justiça divina (caso Deus tomasse
partido entre nações) esta era a vez de Portugal. A gulosa Espanha já tem
a taça da Europa e do mundo. E nós, em seis meias finais destes grandes
campeonatos fomos a 5 e nunca passámos....não, não parece haver nenhum
grande critério, exceptuando um único: nisto da sorte, ela favorece sempre
os mesmos e Portugal, por razões históricas merece apenas o triste velho
fado do costume.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Where the Hell is Matt?
Não podia deixar de publicar isto aqui. Fiquei agarrada a este tipo quando vi este vídeo, ao qual volta e meia regresso porque me faz ficar bem disposta e a música tem o condão de me pôr a saltar também. O novo vídeo sai um bocadinho da coreografia habitual do Matt, mas está fenomenal, capaz de nos deixar igualmente de sorriso nos lábios pela facilidade com que a música e o que começou com uma dança pateta conseguem alcançar, independentemente de fronteiras, raças ou religiões.
E o mais admiraável também é que tudo começou por um vídeo parvo na internet, até que uma empresa de pastilhas elásticas teve a ideia de o patrocinar nas suas viagens globais. O sonho de qualquer mero mortal ( ou meu pelo menos!)
E o mais admiraável também é que tudo começou por um vídeo parvo na internet, até que uma empresa de pastilhas elásticas teve a ideia de o patrocinar nas suas viagens globais. O sonho de qualquer mero mortal ( ou meu pelo menos!)
sábado, 23 de junho de 2012
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