quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os meus vizinhos...parte III

Tenho um estupor de um garoto (espero bem que seja um garoto) no prédio do lado que me atormenta com um laser vermelho. Da janela dele vê a minha janela da cozinha e anda ali a apontar o raça da luzinha para onde lhe apetece. Hoje foi para dentro do frigorífico assim que o abri.  Da primeira vez só pensei que era a luz duma daquelas armas que se vê nos filmes a apontar para o peito do gajo antes de o matarem e a primeira reacção foi baixar-me na hora (too many movies I know!) Não o consigo ver porque o estuporzinho esconde-se atrás da cortina. Tenho que correr as minhas cortinas para lhe vedar o acesso, mas com o calor a chegar torna-se impossível. Um dia destes ainda compro um laser igual a ver se o puto gosta!

terça-feira, 8 de maio de 2012

I am not giving up, I am just given in



O vídeo é demasiado gótico para o meu gosto, mas a música vale por si mesma! E a frase do título, o meu novo "moto".

So you think you can dance

Se há coisa que eu gostava de ter sido era bailarina...gostava de ter andado no ballet e ter tido todo o tipo de aulas de dança...adoro dançar, ainda que só o faça em casa porque aulas tive zero ( minto, tive uma aula de salsa em que o professor quase dava em maluco porque gosto pouco que me conduzam!).  Poder expressar sentimentos através de movimentos, poder levar o corpo onde o comum dos mortais não consegue e ter aquela sensação de liberdade quando se dança.
Este programa enchia-me as medidas portanto. Acabou agora a oitava temporada no Fox Life e aquela malta, muitos deles amadores e sem grande formação, é absolutamente incríveis. Gosto tanto que enquanto não começa a próxima season vou vendo em repeat os vídeos no youtube. Tipo este, ou este. Ou ainda este! ( a rapariga é boa que se farta, mas a um homem que dança assim perdoa-se tudo!).E, tentando abstrair-se da música da Bonnie Tyler, vejam só este salto ao minuto 1.18!

Para o Menino da mamã

Não me lembro do teu email e não consigo entrar no teu blog sem convite... I want to be in the VIP, please?!Adicionas-me?! Obrigada :)
A melhor parte do dia da mãe foi ver a cara de garota da minha mãe quando viu que lhe tinha oferecido uma massagem! :)

quinta-feira, 3 de maio de 2012



Norah Jones, 22 de Setembro, Campo Pequeno

Dos sacanas...

No feriado desta terça-feira cruzei-me com um colega de trabalho. Ele ia acompanhado da namorada e enterrou a cara no chão quando me viu. Ok, no hard felings, já é costume passar por malta semi conhecida e acontecer o mesmo. Hoje no entanto, tem a lata de vir falar comigo, desculpar-se e justificar-se com um  "a minha namorada podia ficar com ciúmes por ver que trabalho com miúdas tão giras".!! Dude, seriously?!
"Tu sabes que quando acabar o nosso tempo, significa que acabou o nosso mundo."

Aqui! :)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Há palavras que nos assentam tão bem. Que lemos nas palavras de outrem e nos surpreende que naquele momento, naquele dia, o que foi escrito por outra pessoa que não conhecemos parece ser o que nós próprios iríamos dizer sobre nós acaso escrevêssemos assim. O pior de tudo é o desamparo de que a que Maria Inês fala, o desamparo de não poder mudar certas situações, certas pessoas a que fosse como nós tanto queremos. A dificuldade em aceitar e em não conseguir mudar o que nos entristece. Apenas aceitar, conformar que é assim e não muda. Aquele pedaço de vida já passou e não volta mais. É como arrancarem-me a pele ter que pensar que nada do que se faça vai algum dia mudar isso. Especialmente quando não somos de desistir, de baixar os braços, quando se coloca o coração à frente do resto. Já fui mais forte, mais desapegada, mais práticas nos assuntos mundanos...a idade tem vindo a amolecer-me...ou talvez seja só a falta, a falta de sentir o coração dentro do peito o que me quebrou. A certeza de que há momentos na vida em que nos cruzamos com alguém e nada nunca poderá vir a ser como antes. A certeza de que há sentimentos que nenhum tempo, nenhuma distância apagam. E a aprendizagem em aceitar tudo isso. Aceitar sem entristecer. Será essa a derradeira aprendizagem?

"Quando estou triste, mas assim mesmo triste, só me apetece ouvir música que me faça companhia nessa tristeza e que não ambicione fazer-me abandonar o estado em que me encontro. Triste porque não posso mudar o que me entristece, o que é uma constatação que me deixa num verdadeiro desamparo. Depois, depois tento lembrar-me do que não é triste, porque na verdade me sinto culpabilizada por esta tristeza quando há tanto que não me entristece. Difícil que é aceitarmos que não podemos mudar certas realidades, certas pessoas, certos momentos, certas distâncias. Difícil aceitarmos que o outro não vai ser aquilo que nós tanto queríamos. Que eu queria, que eu quero mas não posso ou não devo querer, sob o risco de nunca me libertar desta tristeza. A desilusão caminha lado a lado com a mágoa. Aquela mágoa que não estando presente em todos os momentos, nunca nos deixa totalmente, porque a Vida também é isto, apesar de eu ter tanta dificuldade de aceitação. Gosto tanto de ti. Magoas-me tanto. Nunca to disse assim, da forma mais simples de que sou capaz, mas gosto tanto de ti que dói e às vezes apenas anseio que desapareças para logo a seguir não suportar a ideia de um mundo sem ti. Gosto tanto de ti e magoas-me tanto que hoje não me resta senão carregar esta tristeza, esperando que amanhã ela já tenha partido." 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ainda ontem...MEC

Já não há amores assim! Já o próprio Miguel o disse. Mas quando há  a vidinha tem que vir estragar tudo. Imagino uma dor assim e basta imaginar. Amores verdadeiros deviam morrer juntos. Mas a ameaça de morte aqui também serve para relembrar que nada é verdadeiramente impossível até lá chegarmos...antes dela porém todas as coisas podem ter solução. E caramba, como eu preciso de acreditar que o amor vence a vida.