Tenho um estupor de um garoto (espero bem que seja um garoto) no prédio do lado que me atormenta com um laser vermelho. Da janela dele vê a minha janela da cozinha e anda ali a apontar o raça da luzinha para onde lhe apetece. Hoje foi para dentro do frigorífico assim que o abri. Da primeira vez só pensei que era a luz duma daquelas armas que se vê nos filmes a apontar para o peito do gajo antes de o matarem e a primeira reacção foi baixar-me na hora (too many movies I know!) Não o consigo ver porque o estuporzinho esconde-se atrás da cortina. Tenho que correr as minhas cortinas para lhe vedar o acesso, mas com o calor a chegar torna-se impossível. Um dia destes ainda compro um laser igual a ver se o puto gosta!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
I am not giving up, I am just given in
O vídeo é demasiado gótico para o meu gosto, mas a música vale por si mesma! E a frase do título, o meu novo "moto".
So you think you can dance
Se há coisa que eu gostava de ter sido era bailarina...gostava de ter andado no ballet e ter tido todo o tipo de aulas de dança...adoro dançar, ainda que só o faça em casa porque aulas tive zero ( minto, tive uma aula de salsa em que o professor quase dava em maluco porque gosto pouco que me conduzam!). Poder expressar sentimentos através de movimentos, poder levar o corpo onde o comum dos mortais não consegue e ter aquela sensação de liberdade quando se dança.
Este programa enchia-me as medidas portanto. Acabou agora a oitava temporada no Fox Life e aquela malta, muitos deles amadores e sem grande formação, é absolutamente incríveis. Gosto tanto que enquanto não começa a próxima season vou vendo em repeat os vídeos no youtube. Tipo este, ou este. Ou ainda este! ( a rapariga é boa que se farta, mas a um homem que dança assim perdoa-se tudo!).E, tentando abstrair-se da música da Bonnie Tyler, vejam só este salto ao minuto 1.18!
Para o Menino da mamã
Não me lembro do teu email e não consigo entrar no teu blog sem convite... I want to be in the VIP, please?!Adicionas-me?! Obrigada :)
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Dos sacanas...
No feriado desta terça-feira cruzei-me com um colega de trabalho. Ele ia acompanhado da namorada e enterrou a cara no chão quando me viu. Ok, no hard felings, já é costume passar por malta semi conhecida e acontecer o mesmo. Hoje no entanto, tem a lata de vir falar comigo, desculpar-se e justificar-se com um "a minha namorada podia ficar com ciúmes por ver que trabalho com miúdas tão giras".!! Dude, seriously?!
terça-feira, 1 de maio de 2012
Há palavras que nos assentam tão bem. Que lemos nas palavras de outrem e nos surpreende que naquele momento, naquele dia, o que foi escrito por outra pessoa que não conhecemos parece ser o que nós próprios iríamos dizer sobre nós acaso escrevêssemos assim. O pior de tudo é o desamparo de que a que Maria Inês fala, o desamparo de não poder mudar certas situações, certas pessoas a que fosse como nós tanto queremos. A dificuldade em aceitar e em não conseguir mudar o que nos entristece. Apenas aceitar, conformar que é assim e não muda. Aquele pedaço de vida já passou e não volta mais. É como arrancarem-me a pele ter que pensar que nada do que se faça vai algum dia mudar isso. Especialmente quando não somos de desistir, de baixar os braços, quando se coloca o coração à frente do resto. Já fui mais forte, mais desapegada, mais práticas nos assuntos mundanos...a idade tem vindo a amolecer-me...ou talvez seja só a falta, a falta de sentir o coração dentro do peito o que me quebrou. A certeza de que há momentos na vida em que nos cruzamos com alguém e nada nunca poderá vir a ser como antes. A certeza de que há sentimentos que nenhum tempo, nenhuma distância apagam. E a aprendizagem em aceitar tudo isso. Aceitar sem entristecer. Será essa a derradeira aprendizagem?
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Ainda ontem...MEC
Já não há amores assim! Já o próprio Miguel o disse. Mas quando há a vidinha tem que vir estragar tudo. Imagino uma dor assim e basta imaginar. Amores verdadeiros deviam morrer juntos. Mas a ameaça de morte aqui também serve para relembrar que nada é verdadeiramente impossível até lá chegarmos...antes dela porém todas as coisas podem ter solução. E caramba, como eu preciso de acreditar que o amor vence a vida.
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