E pronto. Está instalada a polémica! Ainda que ache que há certas coisas que não se devem confessar, percebo o que o moço quer dizer. Os dois tipos de amor não são comparáveis porque são necessariamente diferentes. O de um filho deve ser instantâneo e incondicional, o de um amor é construído e difícil de encontrar. Além disso, imagino uma situação limite, em que a vida da mãe pudesse estar em risco aquando da gravidez e tivesse que se escolher, eu sou a favor de um companheiro que , se tivesse que escolher, escolhesse a mulher sem hesitar.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A vida devia ser como nos filmes
Devia haver um botão de fade out em que a luz esmorece devagarinho, como um sono que cai, e de repente podermos acordar 3 meses depois, 1 ano depois ou 2 anos depois ...o tempo que fosse preciso até estar tudo resolvido. E de preferência, sem uma ruga a mais!
sábado, 21 de janeiro de 2012
Carefull when gambling with your heart...you might loose it all.
Não sei se sou ingénua ou simplesmente estúpida. Se sou crédula ao ponto da idiotice, se tenho o coração demasiado grande ou se apenas vi coisas que não existiram, se me permiti sentir demasiado. Sei que toda a gente merece uma segunda oportunidade, até prova em contrário. Especialmente quando são tantos anos, quando foi tanta vivência, tanta vida partilhada. Mas 2011 ensinou-me a nunca, nunca mais colocar a mão no fogo por ninguém. Se o meu feeling estiver certo, o choque talvez não seja tão forte como da primeira vez, mas será, definitivo desta vez. O golpe final, a facada no estômago que não tem solução. Arrisquei demasiado, porque era a única forma de saber e não viver a vida com " e se"...
No entanto, se as coisas correrem mal vai também querer dizer que nunca mais serei capaz de confiar em ninguém. Infelizmente, para mim, que não sou pessoa de sentir ou viver com ligeireza. Tudo é preto e branco, portanto se for para o mal sei que vai ser uma ferida aberta a vida inteira. E viver a vida assim, é fodido. Por isso, espero que desta vez esta vozinha cá dentro, este aperto no peito, estejam redondamente enganados e seja só a minha impaciência a falar.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
How to boost a girl´s day
Homem charmoso ao fundo da rua. Olhos que não desviam. Sorriso bonito. E exclamação" Linda, linda, linda!" Que bem que faz ao ego!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Todo amor é para sempre
"Se pudesse dizer-te apenas uma coisa que recordasses para sempre, seria isto: ama com cuidado.
não te falaria na implacabilidade do tempo ou nas amarras que ele constrói, nem na fortaleza que é um amigo a sério, nem na magia da música ou dos livros (mas lê os poemas do Eugénio e todas as palavras do António).
talvez um dia te digam que todos amamos com cuidado. talvez tu também um dia penses isso. que todos temos medo de sofrer. que o amor nos desarma e que por isso nos defendemos tanto. mas o que eu quero dizer é que ames com cuidado porque todo o amor é sempre.
e que pouco importa se nunca mais vês alguém que amaste, se esse amor se mascarou de ódio ou se a vida o apagou das tuas lembranças. essa pessoa fez de ti mais um pouco daquilo que és hoje. por isso ficou-te debaixo da pele, dissolveu-se na tua memória, diluiu-se nos teus gestos, em algumas palavras ou numa música que ouves.
para o bem e para o mal, o amor transformou-te e por isso o amor é para sempre.
ama com cuidado, que o amor é indelével (mas não recordes esta última. só queria escrever a palavra de que mais gosto)."
Aqui!
Sem escalas de cinzento
"Amar ou odiar
Ou tudo ou nada: O meio termo é que não pode ser
(...) Amemos muito como odiamos já!
A verdade está sempre nos extremos
Pois é no sentimento que ela está."
Fausto Guedes Teixeira
Ou tudo ou nada: O meio termo é que não pode ser
(...) Amemos muito como odiamos já!
A verdade está sempre nos extremos
Pois é no sentimento que ela está."
Fausto Guedes Teixeira
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A tristeza só há-de passar entristecendo-se.
Como eu gosto deste homem! Leiam e aprendam....
"Como é que se Esquece Alguém que se Ama? Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
"Como é que se Esquece Alguém que se Ama? Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. "
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. "
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Democracia à beira do fim
De entre as medidas do novo pacote laboral, que favorece inteiramente patrões, está a mais absurda e incompreensível: as empresas deixam de ter obrigatoriedade de comunicar aos funcionários a remuneração e os horários aquando da contratação. Acho isto completamente descabido. Da mesma maneira que a empresa me contrata baseada no meu curriculum e possíveis testes, entrevistas, etc, também o trabalhador tem o direito de escolher a empresa em que trabalha em função do salário que irá auferir ou dos horários praticados. Parece-me a negação de um direito básico, à informação e livre escolha. Esta aproximação é direita fascista é um "bocadinho" assustadora.
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