quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Afeganistão

Este país não devia existir. Com governantes e ideólogos destes, que deviam ser todos colocados atrás de grades. De nada serviu a guerra ou a invasão. Enquanto uma mulher tiver que escolher entre continuar presa por ter sido violada ou sair em liberdade mas tendo que casar com o filho da p*** que a violou, o mundo não pode fechar os olhos. Imagina qualquer uma de nós, mulheres do mundo ocidental, agora cair ali de pára-quedas sujeitas àquelas leis estapafúrdias em que uma mulher não é mais do que em bem ou possessão? Se há motivos para se invadirem ou bombardearem países, este deveria ser um deles.

Crise existencial

Meninas ( e meninos caso queiram opinar) qual deles?
Este? Ou este?
Não me consigo decidir.
Já alguma vez encomendaram alguma coisa daqui? Que tal é a qualidade?

Dualidades

Tive nota máxima na minha avaliação profissional ao nível de capacidade de lidar com o stress e a pressão! Quem me dera poder ter a mesma capacidade no que toca à minha vida pessoal!

domingo, 20 de novembro de 2011

Não sei se ele é masoquista e gosta de levar com repetidos nãos e desculpas de quem não está interessada, ou se consegue ver para lá da minha fachada e sabe que me sinto tão só, que espera por um dia em que eu quebre e o deixe entrar.

Cada vez gosto mais deste menino

E até aqui conhecia-o dos singles da rádio. Mas depois desta música, ficou-me a vontade de ouvir mais e tirei os álbuns. Além de ser ele quem escreve a maior parte das músicas e faz os arranjos, tem uma grande voz, rouca como eu gosto, e pergunto-me como é que o deixei passar tanto tempo.
De modos que anda em modo repeat por aqui coisas como esta, triste mas tão bonita.


I've been twisting and turning,
In a space that's too small.
I've been drawing the line and watching it fall,
You've been closing me in, closing the space in my heart.
Watching us fading and watching it all fall apart.

Chorus
Well I can't explain why it's not enough, Cause I gave it all to you.
And if you leave me now, oh just leave me now.
It's the better thing to do,
It's time to surrender,
It's been to long pretending.
Theres no use in trying,
When the pieces don't fit anymore, Pieces don't fit here anymore.

You pulled me under,
If I had to give in.
Such a beautiful myth,
That's breaking my skin.
Well I'll hide all the bruises,
I'll hide all the damage that's done.
But I show how I'm feeling until all the feeling has gone.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Quem escreveu os Maias?!

Não é possível! A sério! Ou escolheram-nos a dedo para este Voxpop ou atrevo-me a dizer: geração rasca!

Roubado à Leididi. Tinha que partilhar este estado de ignorância do país, somos pobres em tudo!

Vamos num lindo caminho...

"Jurgen Kroger, da Comissão Europeia, disse durante a conferência de imprensa que, "se no sector público se diminui o custo da mão-de-obra, o sector privado vai reagir porque mais pessoas tenderão a ir para o sector privado".
"Portugal tem um grande problema de competitividade e há duas maneiras de melhorar: pagar menos à mão de obra e aumentar a produtividade".

É só de mim ou este tipo não tem ideia do que fala? Mas vêm todos contentes dar conferências de imprensa a interferir em tudo! Um bocadinho mais de independência e menos ingerência política era bom. Primeiro, o português não vai a correr para o privado coisa nenhuma, quando há a ideia demasiado enraizada que no estado é que se está bem. As pessoas vão para onde há emprego e essa é a única certeza, por isso público ou privado não faz diferença. Depois, mais importante, redução de salários! Quer dizer, já temos dos ordenados mais baixos da UE, mas mesmo assim acham que temos um problema de competitividade?! Isto só pode ser no gozo. E pior, lá vai o nosso Governo todo sorridente apoiar estas asneiradas!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Cores e sabores do fim-de-semana




Quando crescer quero namorar assim ;)

Amei!! Retirada daqui, claro! Diário de Lisboa

Teatro Dona Maria II

Aqui começa a morte cultural do país. Se antes já era difícil, agora fica quase impossível.