Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you
Tell you I need you
Tell you I've set you apart
Tell me your secrets
And ask me your questions
Oh, let's go back to the start
Running in circles
Coming up tails
Heads on the science apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing
At numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science
Science and progress
Do not speak as loud as my heart
Oh tell me you love me
Come back and haunt me
Oh and I rush to the start
Running in circles
Chasing our tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
Oh, it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Repetia tudo hoje










O quanto eu esperei este concerto! Que me soube a tão pouco. 1h 30 minutos de actuação, em que me surpreendi ao ouvi-los cantar a Shiver e a Everything´s not Lost do primeiro e genial álbum. Mas faltaram as guitarradas do White Shadows e da Talk, o crescendo do Rush of Blood to the head, os Green eyes....para mim o ideal era eles terem tocado todas!
Adorei a voz dele ser tal e qual o que ouvimos no cd, adorei as bolas gigantes que passaram pelo público, os jogos de luzes, aquele sentimento de desaparecer dentro da música que sempre me causaram as canções e que é amplificado pelos acordes ao vivo. Não gostei de não haver dois encores e do público não ter puxado mais, 50 mil pessoas e estávamos tão caladinhos até! Não gostei dele não saber em que cidade estava, gostei das frases em português, gostava que tivesse havido mais interacção e mais conversa com o público. Não gostei de estar enlatada como uma sardinha e mal me poder mexer, quanto mais dançar. Gostei dele, muito melhor agora que é casado e pai de filhos do que quando surgiu de caracóis no videoclip de Yellow.
Este concerto teve um sabor agridoce para mim, tanto me apeteceu chorar como saltar de raiva, tanto senti um aperto no peito como um sorriso na face. Senti as músicas e as letras das músicas como se fossem a primeira vez. E ainda agora não sei descrever como estava. Foi um exorcizar de mágoas, um libertar de dor. E nunca um concerto me fez tão bem à alma. Agora só quero repetir em breve!
Adorei a voz dele ser tal e qual o que ouvimos no cd, adorei as bolas gigantes que passaram pelo público, os jogos de luzes, aquele sentimento de desaparecer dentro da música que sempre me causaram as canções e que é amplificado pelos acordes ao vivo. Não gostei de não haver dois encores e do público não ter puxado mais, 50 mil pessoas e estávamos tão caladinhos até! Não gostei dele não saber em que cidade estava, gostei das frases em português, gostava que tivesse havido mais interacção e mais conversa com o público. Não gostei de estar enlatada como uma sardinha e mal me poder mexer, quanto mais dançar. Gostei dele, muito melhor agora que é casado e pai de filhos do que quando surgiu de caracóis no videoclip de Yellow.
Este concerto teve um sabor agridoce para mim, tanto me apeteceu chorar como saltar de raiva, tanto senti um aperto no peito como um sorriso na face. Senti as músicas e as letras das músicas como se fossem a primeira vez. E ainda agora não sei descrever como estava. Foi um exorcizar de mágoas, um libertar de dor. E nunca um concerto me fez tão bem à alma. Agora só quero repetir em breve!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
"E longamente me fui dando conta de que tudo acontecera mesmo: eu não o sonhara, durante vinte anos. Nisso, quando guardam para sempre um instante que nunca se repetirá, as fotografias não mentem - esse instante existiu mesmo. Porém, a mentira consiste em pensar que esse instante é eterno, que dois amantes felizes e abraçados numa fotografia ficaram para sempre felizes e abraçados. é por isso que não gosto de olhar para fotografias antigas: se alguma coisa elas reflectem, não é a felicidade, mas sim a traição - quando mais não seja, a traição do tempo, a traição daquele mesmo instante em que ali ficámos aprisionados no tempo. Suspensos e felizes, como se a felicidade se pudesse suspender carregando no botão " pausa" no filme da vida."
Miguel Sousa Tavares, No teu Deserto, lido num ápice numa tarde de praia.
Miguel Sousa Tavares, No teu Deserto, lido num ápice numa tarde de praia.
domingo, 3 de julho de 2011
Vende-se ...
Dois bilhetes para o concerto dos Bon Jovi a 31 de Julho. Estou desolada porque achava que ia ser uma surpresa boa para a minha mãe, mas disse-me de caras que não quer ir. É para aprender a perguntar da próxima vez! Se houver interessados avisem-me please!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Ainda tenho uma penfriend

Começamos a escrever-nos com 14 anos. Recebi o nome dela numa aula de inglês e fui eu quem a contactou por carta. A essa primeira seguiram-se dezenas delas, coloridas, infantis, cheias de desabafos, de sonhos, expectativas, planos. Trocávamos fotografias, posters das nossas paixões adolescentes, conselhos amorosos, pequenos souvenirs. Eu falava-lhe de Portugal, era do seu Lincolnshire rural. Nunca falámos ao telefone, nunca nos vimos por uma câmara de skype.
Quando entrámos na faculdade houve uns meses em que perdemos o contacto. A vida real, de todos os dias, chamava mais alto; eu mudei de casa, perdemos os endereços e ainda não tínhamos e-mail. Depois ela escreveu-me para a minha antiga morada e a carta acabou por me vir parar às mãos e retomámos o contacto, desta vez maioritariamente por email, mas com cartas esporádicas nos aniversários e no Natal.
Amanhã, quase 14 anos depois de termos começado a escrever-nos, vamo-nos encontrar pela primeira vez. Ela diz que vai ser uma espécie de blind date e eu não posso deixar de sentir uma estranheza e um nervosismo por ir finalmente conhecer uma das pessoas que me acompanham desde há mais tempo, sentir que sei dela mas que ao mesmo tempo não a conheço de todo. Mas a sensação maior é a de ternura e uma espécie de orgulho por, numa época em que tudo é efémero e veloz, poder ter esta história de correspondência liceal que chegou aos dias de hoje. E há qualquer coisa de inocente e puro nisso, como se uma parte da criança que éramos tivesse sobrevivido em nós duas até hoje, não deixando perder a vontade e a curiosidade juvenis.
Se não simpatizarmos uma com a outra ao vivo e a cores acho que vai ser uma decepção para as duas. Não sei o seu tom de voz, a sua maneira de ser. Mas se tudo o resto correr mal, podemos sempre contar a história. Afinal, quem é que pode dizer que mantém uma penfriend até hoje e que se conheceram pela primeira vez passados 13 anos? Sim, só isso dá uma bela história !
Quando entrámos na faculdade houve uns meses em que perdemos o contacto. A vida real, de todos os dias, chamava mais alto; eu mudei de casa, perdemos os endereços e ainda não tínhamos e-mail. Depois ela escreveu-me para a minha antiga morada e a carta acabou por me vir parar às mãos e retomámos o contacto, desta vez maioritariamente por email, mas com cartas esporádicas nos aniversários e no Natal.
Amanhã, quase 14 anos depois de termos começado a escrever-nos, vamo-nos encontrar pela primeira vez. Ela diz que vai ser uma espécie de blind date e eu não posso deixar de sentir uma estranheza e um nervosismo por ir finalmente conhecer uma das pessoas que me acompanham desde há mais tempo, sentir que sei dela mas que ao mesmo tempo não a conheço de todo. Mas a sensação maior é a de ternura e uma espécie de orgulho por, numa época em que tudo é efémero e veloz, poder ter esta história de correspondência liceal que chegou aos dias de hoje. E há qualquer coisa de inocente e puro nisso, como se uma parte da criança que éramos tivesse sobrevivido em nós duas até hoje, não deixando perder a vontade e a curiosidade juvenis.
Se não simpatizarmos uma com a outra ao vivo e a cores acho que vai ser uma decepção para as duas. Não sei o seu tom de voz, a sua maneira de ser. Mas se tudo o resto correr mal, podemos sempre contar a história. Afinal, quem é que pode dizer que mantém uma penfriend até hoje e que se conheceram pela primeira vez passados 13 anos? Sim, só isso dá uma bela história !
domingo, 26 de junho de 2011
The Hangover

Acho que foi das poucas vezes que fui ao cinema ver um filme tão light. Sim, eu sou daquelas que se guardam para ver no grande-ecrã os filmes que eu acho que merecem essa tela, seja pelo argumento, pelas imagens, pela profundidade da história. São raras as vezes em que fui ao cinema propositadamente para ver uma comédia. É posh? Se calhar até é, mas andava a precisar de rir, distrair e deixar-me levar pelo absurdo e pelo carácter trágico cómico destas personagens. E o objectivo foi cumprido, claro! O melhor? O macaco, e o treinador do macaco estão de parabéns. Só ele faz um filme! Ah, e o cenário do casamento, que ilha paradisíaca! Faz-me querer ir a correr casar com o primeiro que apareça desde que seja num sítio assim.
Such a strange movie

Tinha-o guardado há tanto tempo que já o esquecera no fundo do disco rígido. Hoje decidi-me finalmente a ver o porquê das nomeações aos Óscares em 2008 e o prémio de melhor actor é totalmente merecido, Daniel Day-Lewis, o esquivo, o eremita, num papel de um homem duro, ambicioso e atormentado pelos seus fantasmas e pela sua solidão no meio do sucesso.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
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