quinta-feira, 9 de junho de 2011

Roteiro de Santo António


Ao contrário da maior parte do país, eu amanhã tenho de ir trabalhar. A semana está a ser cansativa e difícil e bem que me faz falta o dia extra, mas vou ter que labutar mesmo. No entanto, em fim de semana de Santo António- e sim, também trabalho na segunda-feira :( - estou a tentar concentrar-me no bom que vai ser assaltar os bairros e entrar na festa, especialmente quando ando a tentar há uns 2 anos estar em Lisboa nesta altura e nunca calhou até agora. Santo António me aguarde, que eu demoro mas vou!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Encontramo-nos daqui a um mês :)



Apesar do bitter sweet feeling que sei que vou sentir (Coldplay traz muita memória e promessa quebradas, muito sonho desfeito, marca no fundo o final de uma era que começou também com Coldplay no concerto de 2005), vai ser uma noite memorável pelo qual já espero há muito tempo.

Oh Joy!!

Primeira vez na vida que, após um dia e meio de praia, ganhei uma bonita cor que fixou, sem escaldão. Ou não fica nada ou fica apenas vermelho, independente da quantidade de protector solar que coloque. Desta vez ficou um lindo tom inicial. Ou foi da praia supostamente ter mais iodo ou dos surfistas que por lá se passeavam, olhar deve ajudar a ganhar uns bons ares!
Alguém me explica as honras da casa e a bajulação com o Eduardo Moniz na RTP? Aqui a elogiar Passos Coelho descaradamente? Ainda agora se elegeu novo primeiro ministro e já me está a cheirar a esturro. Que país de cunhas e graxistas caramba!

Way to start...

Segunda-feira: 10h30 de trabalho, 11h30 no escritório. Chove e faz frio. Bela maneira de começar a semana, e esta semana promete!

domingo, 5 de junho de 2011

Pela primeira vez...

não fui votar. Baixei os braços, desisti da malta que nos governa. Não vi alternativas viáveis e decidi poupar o dinheiro da viagem a Viseu para a próxima. No entanto, ao contrário de algumas opiniões que há por aí, que consideram que o voto deveria ser electrónico, acho isso uma grande burrice, uma forma mais fácil de se falsificarem votos, de deslegitimar a democracia onde a ideia é participar. Não há grande participação atrás de um ecrã de computador a meu ver, demasiado passivo para a ideia que deve ser a democracia.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Companhia precisa-se

Nenhum dos meus amigos quer ir ver fado. Não queria ir sózinha. Any volunteers?!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Salsa

Lembram-se deste post? À falta de par lá consegui ir hoje experimentar na mesma. Nunca tinha dançado e fui a única principiante do grupo. Desesperante! Mas divertidíssimo.

Descobri no entanto o que já suspeitava: dançar com coreografia e passos específicos é muiiito mais complicado que dançar sozinha e os amigos dizerem que tenho jeito para a coisa. Pois é, até posso impressionar nos casamentos, no bar, na discoteca, no quarto ou na sala, mas numa aula sou um pé de chumbo. Não tem nada a ver!

Depois, o professor que suou as estopinhas para me conduzir sentenciou outro aspecto que já conhecia: eu não sou conduzível, eu gosto é de conduzir. Na salsa o homem é que manda e eu tenho é que seguir. Oh sim, parece simples né? Não é!

Finalmente, eu que até me acho uma pessoa com ritmo, nem ouvi/senti a música tão preocupada que estava em saber onde por os pés. Senti-me uma inadaptada autêntica e acho que nunca me submeti a tanto nível de embaraço voluntário.

O momento de alto? Um senhor de 60 anos a tentar ensinar-me a fazer uma volta tripla. Era filmar a cena e pô-la no youtube para ver o número de hits que aquilo atingia. Cómico, para não dizer deplorável! A repetir?! Quem sabe...

Hamza, de 13 anos, torturado e morto pelo regime, é o rosto da revolução síria.Rosto desfigurado, buracos de balas e de queimaduras de cigarros no peito, pescoço partido, maxilar desfeito e pénis cortado

O que me enoja, mais do que as atitudes bárbaras de um povo que não tem qualquer respeito pelos direitos humanos, ou pelo Deus que apregoam, é a passividade de um bando de nações ocidentais ditas civilizadas e preocupadas com as populações, que tão prontamente invadiram a Líbia de Khadafi para evitar um genocídio. Yeah, right! Acho inacreditável como isto chegou a um ponto na nossa civilização em que nada mais importa a não ser dinheiro e interesses económicos. E o pior, para mim e tu que lês isto, é que esta situação é responsabilidade de todos nós. Que não pegamos no que houver e enchemos ruas de milhões de pessoas a exigir que se evitem crimes destes em prol da avidez de alguns poucos em encherem os bolsos e olharem para o lado quando não lhes aumenta o saldo bancário.

Junho