Expliquem-me lá qual a vantagem desta medida?! Há muitos funcionários públicos? Pois há, então cortem em novas contratações. Agora estarem a deslocalizar pessoas quando A) Há funcionários públicos em todo o país e não se ouve falar de falta de funcionários no meio da serra, como por exemplo se ouve falar de falta de médicos. B) Para quê estar a colocar as pessoas longe das suas famílias e modo de vida? Que bom é que isto pode trazer? Parecem baratas tontas estes projectos de políticos, crianças birrentas a bater o pé e a teimar "Eu não chamo o FMI, chama tu!""Não, chama tu!". Cresçam senhores! E até lá tenham vergonha na cara!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ao menos estavas calado
"Sempre estive convencido que o meu percurso académico com 8 anos de frequência universitária e elevado número de cadeiras concluídas, em mais do que um plano de estudos curriculares, correspondesse a um curso superior," diz na justificação enviada aos trabalhadores. Veja ao lado o comunicado de Marcos Baptista a pedir suspensão do mandato dos CTT e o comunicado da administração dos Correios"
Marcos Baptista, Administrador dos CTT a tentar justificar o facto de ter adulterado o CV. Muitos bebedolas conheci eu em Coimbra, que demoravam uma média de 6 a 10 anos a completar o curso . Não apostaria num tipo destes para ser administrador de coisa nenhuma. Como é que o país não há-de estar mal com gente desta a ocupar posições cimeiras nas empresas?! Vergonha!
Marcos Baptista, Administrador dos CTT a tentar justificar o facto de ter adulterado o CV. Muitos bebedolas conheci eu em Coimbra, que demoravam uma média de 6 a 10 anos a completar o curso . Não apostaria num tipo destes para ser administrador de coisa nenhuma. Como é que o país não há-de estar mal com gente desta a ocupar posições cimeiras nas empresas?! Vergonha!
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terça-feira, 29 de março de 2011
29 de Março
Costumávamos marcar todos os 29, como se fosse um número mágico da sorte. Ansiávamos pelos 29 como uma criança antes de um dia de passeio. Eram dias tão cheios de promessa, tão férteis e luminosos como a nossa história prometia ser sempre. Para sempre! Porque mais ninguém tinha sempre duas semanas como nós, e nós tínhamos duas semanas passado um ano e duas semanas ainda passados cinco. Talvez fosse verdade que pudéssemos ter tido tudo, ter sido tudo. A inveja de quem nos olhava a paixão de lado, de quem comentava o óbvio que era o quanto eras apaixonado por mim, ou eu por ti.
Acho que nunca vamos saber. Mas sei que não quero olhar para trás, porque eu não sou uma pessoa que se prende à nostalgia. O que eu anseio é por construir. E, como numa frase que li hoje, desisti de quem não me quis merecer. Mesmo que tu tivesses tentado. Eu sei que tentaste. Mas estás-me a fazer tão infeliz! Por isso aumenta o volume, meu amor. E como conheces os decibéis da minha voz, sabes que deste lado sou eu que estou a cantar esta música até arranhar a garganta e te expulsar de dentro de mim.
Acho que nunca vamos saber. Mas sei que não quero olhar para trás, porque eu não sou uma pessoa que se prende à nostalgia. O que eu anseio é por construir. E, como numa frase que li hoje, desisti de quem não me quis merecer. Mesmo que tu tivesses tentado. Eu sei que tentaste. Mas estás-me a fazer tão infeliz! Por isso aumenta o volume, meu amor. E como conheces os decibéis da minha voz, sabes que deste lado sou eu que estou a cantar esta música até arranhar a garganta e te expulsar de dentro de mim.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Aos poucos vou dando conta que o pior do meu trabalho, não é o aborrecimento, as semanas infindáveis sem nada para fazer, o stress em dia de deadlines, a pressão do quão caro pode sair um erro, o ter de empinar regras de mercados financeiros, coisa que tão pouco tem que ver comigo. O pior de tudo são as colegas! Se as colegas fossem umas porreiras e não houvesse intrigas nem invejas tudo era mais suportável, mais fácil e as segundas feiras não eram uma tortura tão grande.
Um exemplo?! Em breve vamos ter mais duas pessoas na nossa equipa: uma rapariga e um rapaz. A rapariga sabíamos que seria da República Checa e, tanto em Lisboa como em Paris se começou a especular sobre a sua aparência, sobretudo os rapazes em Paris, já a sonhar com uma checa loira de olho azul. Ora, na semana passada a moça apareceu aqui pela primeira vez e é a antítese dessa imagem: cabelo preto pelos ombros, pele morena até. O comentário da Miss mundo aqui do estaminé assim que ela vira costas": Vou já telefonar para Paris a dizer que ela afinal não é nada gira". "És muito simpática" foi a minha réplica, ainda meia parva daquele comentário tão feito tão rapidamente e sem pudor. Além de que, a rapariga não é feia,, de todo. Apenas não é o que toda a gente esperava e a Miss temia que lhe viesse fazer concorrência. Não tenho pachorra para gente assim e há dias em que se torna muito difícil apenas não virar costas.
Há uns tempos, quando explicava o teor do meu trabalho a uma amiga, ela interrompe-me com um suspiro e um espanto na voz, uma quase exasperação "Não sei como consegues, eu já tinha saído de lá". Mas tenho alternativa? Posso-me dar ao luxo de pegar e bater com a porta, decidir o resto depois? Como pago as contas? Volto a casa dos pais? Vou trabalhar para uma loja? Tenho alguma escolha na merda deste país em que ter um trabalho já é suposto ser uma grande bênção? O estrangeiro começa a ser cada vez mais um apelo maior. E ou aparece aqui alguma coisa que me faça querer ficar, ou então quando mais longe melhor.
sexta-feira, 25 de março de 2011
P!nk - F**kin' Perfect
Ouvi na rádio hoje pela primeira vez. Gosto de Pink. Não deixa de ser pop, mas é um pop com garra, talvez ela atitude dela que me agrada, aquele jeito de maria rapaz durona mas que no fundo escreve letras cheias de emotividade sobre o amor, como por exemplo esta, que para mim é das mais bonitas dela. E depois tem 1.60m, como eu. A mostar que as baixinhas também dão cartas no mundo das famosas.
Um café e um smile se faz favor!
Hoje tive um dia bom e isso faz-me querer escrever. Um dia bom não! Na verdade, o dia foi péssimo, um humor de cão, uma jornada aborrecida, colegas a transbordar de má língua e eu respondona a tudo hoje!
Mas bastou um sorriso enorme do moreno de olhos verdes do café que me deixou um smile desenhado no caramel macchiato junto com o meu nome - tive pena de não ter a máquina comigo para tirar foto à obra de arte - e me tratou por Merenwen isto, Merenwen aquilo, como se me conhecesse desde sempre, para me alegrar o dia inteiro. " A Merenwen espera agora aqui ao pé mim que já lhe dou o seu pão aquecido que sabe muito melhor". Ah pois sabe! Serviço 5 estrelas aquele moço! Já não me lembrava como um flirt de um homem bonito nos pode deixar bem-dispostas!
Mas bastou um sorriso enorme do moreno de olhos verdes do café que me deixou um smile desenhado no caramel macchiato junto com o meu nome - tive pena de não ter a máquina comigo para tirar foto à obra de arte - e me tratou por Merenwen isto, Merenwen aquilo, como se me conhecesse desde sempre, para me alegrar o dia inteiro. " A Merenwen espera agora aqui ao pé mim que já lhe dou o seu pão aquecido que sabe muito melhor". Ah pois sabe! Serviço 5 estrelas aquele moço! Já não me lembrava como um flirt de um homem bonito nos pode deixar bem-dispostas!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Morreu a mulher mais bonita do mundo
quinta-feira, 17 de março de 2011
Este blogue vai entrar em retiro

Não tenho medo de estar sózinha. Sou, aliás, uma pessoa que se distrai bem só, algo individualista. Gosto dos meus momentos sem mais ninguém em volta. Mas o meu grau de presente solidão alcançou um nível absurdo. Há muito, muito tempo que não sentia este vazio no peito, esta sensação do mais completo abandono. Perdi o meu melhor amigo de anos, fruto de decepção atrás de decepção. Era aquele com quem contava para tudo, a quem contava tudo, em quem confiava. A quem, por mais longe, estava sempre presente. Mas a dada altura não dá mais!
Chora-se tanto, sofre-se tanto, magoam-nos tanto...e não dá mais quando se dá conta que já não falamos a mesma língua, que nenhum dos dois se entende. Mas sobretudo, quando já estamos na defensiva, à espera que a próxima atitude que dali saia nos vá magoar ainda mais que a anterior. Não há mais confiança, deixa de se acreditar naquela pessoa e isso é fatal. Não sei fazer o luto de um amigo, nunca soube, ainda hoje me dói aqueles que perdi pelo caminho, e já perdi alguns.
Não era suposto perdermos as pessoas com quem partilhamos tanto, que sabiam tudo de nós, com quem construímos tanto castelo no ar e concretizamos tanto sonho. Mas a verdade é que as pessoas mudam e, um dia, devagarinho, começam a mudar e deixamos de as reconhecer, de saber quem são e como é possível elas serem as mesmas de antes. Não é possível! Foram eles que mudaram ou fomos nós que não soubemos ver todo este tempo?
O último ano não tem sido fácil para mim, a minha vida mudou da noite para o dia em menos de seis meses, e quase mais seis passados ainda não fui capaz de a reconstruir porque tem sido chapada atrás de chapada. Não tenho tido sorte com as pessoas que se cruzam comigo e perdi as minhas referências, aquelas que me faziam sentir acompanhada. Estou a precisar de regressar à base, a mim mesma, e levantar-me sózinha. Já chega de decepções, já tenho a minha carapaça, agora é afastar-me do que me faz mal, forçar-me a mudar de vida, a sair com pessoas novas, a ir a lugares onde nem tenho vontade de ir. Porque a vida está a acontecer e eu estou a vê-la passar por mim. Não quero mais seis meses de infelicidade. Por mais que custe deixarmos para trás quem nos foi tanto, por mais que nos custe largar do que me definia. Não posso melhorar se não estiver disposta a cortar com o passado. E está mais que na hora de admitir que perdi, que fiz o que podia, que lutei muito mas que, no fim de tudo, perdi.
Quanto a este blogue, vai entrar em pausa por uns tempos, ou vai encerrar de vez, ainda não decidi. O blogue é como um escape para mim mas, de momento talvez me faça mais mal do que bem. E, o motivo principal é que há pessoas que o foram descobrindo que não era suposto saberem da sua existência, não era suposto lerem-no, saberem-me. E, se voltar a escrever, terá de ser do zero, sem constrangimentos de nenhum tipo, a poder despejar o que de mais sincero me vai na alma sem ter que me preocupar com susceptibilidades. Obrigada a quem me leu! Eu vou continuar por aí a ler sempre e a comentar por vezes e, quem sabe, até qualquer dia...
Chora-se tanto, sofre-se tanto, magoam-nos tanto...e não dá mais quando se dá conta que já não falamos a mesma língua, que nenhum dos dois se entende. Mas sobretudo, quando já estamos na defensiva, à espera que a próxima atitude que dali saia nos vá magoar ainda mais que a anterior. Não há mais confiança, deixa de se acreditar naquela pessoa e isso é fatal. Não sei fazer o luto de um amigo, nunca soube, ainda hoje me dói aqueles que perdi pelo caminho, e já perdi alguns.
Não era suposto perdermos as pessoas com quem partilhamos tanto, que sabiam tudo de nós, com quem construímos tanto castelo no ar e concretizamos tanto sonho. Mas a verdade é que as pessoas mudam e, um dia, devagarinho, começam a mudar e deixamos de as reconhecer, de saber quem são e como é possível elas serem as mesmas de antes. Não é possível! Foram eles que mudaram ou fomos nós que não soubemos ver todo este tempo?
O último ano não tem sido fácil para mim, a minha vida mudou da noite para o dia em menos de seis meses, e quase mais seis passados ainda não fui capaz de a reconstruir porque tem sido chapada atrás de chapada. Não tenho tido sorte com as pessoas que se cruzam comigo e perdi as minhas referências, aquelas que me faziam sentir acompanhada. Estou a precisar de regressar à base, a mim mesma, e levantar-me sózinha. Já chega de decepções, já tenho a minha carapaça, agora é afastar-me do que me faz mal, forçar-me a mudar de vida, a sair com pessoas novas, a ir a lugares onde nem tenho vontade de ir. Porque a vida está a acontecer e eu estou a vê-la passar por mim. Não quero mais seis meses de infelicidade. Por mais que custe deixarmos para trás quem nos foi tanto, por mais que nos custe largar do que me definia. Não posso melhorar se não estiver disposta a cortar com o passado. E está mais que na hora de admitir que perdi, que fiz o que podia, que lutei muito mas que, no fim de tudo, perdi.
Quanto a este blogue, vai entrar em pausa por uns tempos, ou vai encerrar de vez, ainda não decidi. O blogue é como um escape para mim mas, de momento talvez me faça mais mal do que bem. E, o motivo principal é que há pessoas que o foram descobrindo que não era suposto saberem da sua existência, não era suposto lerem-no, saberem-me. E, se voltar a escrever, terá de ser do zero, sem constrangimentos de nenhum tipo, a poder despejar o que de mais sincero me vai na alma sem ter que me preocupar com susceptibilidades. Obrigada a quem me leu! Eu vou continuar por aí a ler sempre e a comentar por vezes e, quem sabe, até qualquer dia...
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