quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Next movie in line


Porque apesar de não gostar ser uma apreciadora por aí além do género, é um filme do James Cameron e tenho curiosidade para ver o que andou o senhor a preparar todos estes anos. Depois porque quero ir experimentar o primeiro filme feito totalmente em 3D. Mas reconheço que as expectativas são elevadas, depois de ter experimentado o Futuroscope, será que se vai sequer comparar? A ver vamos...no entretanto aqui a fantástica crítica dos sempre intelectualmente superiores críticos do Público. (sarcasmo!!)

Desta Vez

Concordo plenamente com o Rui Rio. Não é preciso um país ainda mais centralizado. Já basta Lisboa e Porto serem os únicos centros culturais cá do sítio e o resto do país um deserto de eventos, concertos e escolhas. E eu, que estou em Lisboa e que até tenho curiosidade em ver a Red Bull Air Race, acho escusado esta mudança para a capital.

O sismo de hoje

Eu não senti absolutamente NADA. Ou devia estar já bem ferrada no sono, ou morar aqui no alto da Ajuda, ao pé do Palácio, deve ser uma zona privilegiada contra sismos! Hope so at least, no caso de se vir a dar o tal sismo que todo o mundo diz que há-de voltar a arrasar Lisboa.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Caixa do tempo


Não conhecia o conceito nem o produto. Só hoje, quando o jogo chegou lá à loja para venda é que fui atraída pela caixinha colorida de fadas e crianças felizes. Basicamente é um jogo que os filhos podem jogar com os pais, nas quais trocam cartas que valem tempo, mimos e brincadeiras. Numa época em que os pais cada vez passam menos com as suas crianças, esta ideia parece-me excelente, ainda que triste. Sim, porque é triste que seja preciso um jogo que potencie a troca de carinhos e afectos.

Há pais que gastam 500 euros em presentes para um único filho. Abisma-me quando isso acontece, e acontece quase todos os dias. Devem ser crianças super mimadas que nunca irão dar valor a nada e se vão cansar de tudo facilmente. E serão talvez crianças carentes, filhas de pais que compensam a ausência com prenda atrás de prenda. Para eles este deveria ser o único presente que deviam comprar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O filme

está cheio de erros e momentos absurdamente ridículos, como a parte em que o Jacob tira a t-shirt para limpar o sangue da testa da Bella só para exibir aqueles peitorais exagerados, ou a parte em que, já em Volterra, a tensão do momento entre os Volturi e a Bella dá lugar ao romantismo de um cenário bucólico, com uma Bella vestida de branco já transformada em vampira. O Edward neste filme também fica a perder para o Jacob, muito branco e com menos profundidade e importância na trama. A Bella tem muitas vezes um olhar vazio, onde deveria haver mais alguma chama. Mas, ainda assim gostei do filme e foram umas boas duas horas de entretenimento. Vale uma salva de palmas a banda sonora, que tenho que tirar, e conseguirem porem-me a torcer pelo Jacob invés do Edward.

Obrigada meninas (Mar e Amélie) pela companhia. Já não ia ao cinema com amigas faz algum tempo. Faltou foi algum tempo no final para se ficar à conversa sobre o filme. Repetimos?!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

É hoje!


Que vou ver o filme. Pronto, isto talvez não deve ser algo que eu deva anunciar no blog, mostrar o quão descaradamente me rendi à cultura de massas e ao histerismo colectivo em torno deste filme. Não sou fã dos livros. Li o primeiro, que se lê muito bem, mas que me soou lamechas de mais, a protagonista frágil de mais, desastrada de mais, tontinha de mais. Bem, talvez eu já me tenha esquecido de como é ser-se adolescente, mas achei o livro demasiado piroso e não li os restantes. Já o filme, encontrei-lhe numerosos erros, de montagem, da qualidade duvidosa da fotografia, das interpretações. Mas gostei da química que os protagonistas têm no ecrã. Há algo de muito primitivo, que ficou lá dos confins das cavernas, que torna muito apelativo um homem capaz de proteger e morrer pela mulher que ama. A fêmea frágil e o macho zelador. Por mais que evoluamos, ou por mais feminista que eu seja, que ás vezes sou bastante, isto ainda me seduz. Quão contraditório é isto?

E pronto, confesso, mea culpa, mea massima culpa, mas acho um piadão aquela criancinha do protagonista.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Há homens que não são particularmente bonitos, que não chamam a atenção a um primeiro olhar, não voltam uma cabeça na rua. Mas que, num olhar mais demorado ou com a convivência, passam a possuir neles mesmos um je ne sais quoi, qualquer coisa de inexplicável, vulgo charme talvez. Sim, talvez seja isso, charme, como se corroborou apelidar. Há qualquer coisa na maneira como olham, como se movimentam ou como falam. O timbre de voz pode ser das coisas mais sedutoras num homem, assim como a segurança como caminham, como olham.

Ela não sabia se se sentia incomodada ou seduzida, ou as duas coisas em simultâneo. Há qualquer coisa na maneira como ele lhe fala e olha que quebra o gelo da antipatia que o seu rosto fazia denotar à primeira vista. Uma voz rouca, baixa. "Calma", diz baixinho enquanto reassegura e explica. A mão na cintura dela, como uma mão que casualmente pousa ali, enquanto cede passagem num corredor, ou ensina um procedimento necessário. Uma mão ávida, ansiosa. Simpática, cortês, mordaz, flirtatious. Sim, acima de tudo flirtatious, na falta de uma expressão melhor equivalente em português. Há qualquer coisa na maneira como ele a olha que a faz procurá-lo num relance, a faz fingir um olhar casual pelo espaço e, por acidente, cruzar-se no olhar dele.

Ele sorri. Ela fica nervosa, disfarça. Fala muito depressa. Ele volta a sorrir e fala do cheiro a café. Brinca e fica tímido depois. A timidez num homem é das coisas mais tramadas! Está nervoso também e ela sabe-o. E ela sente-se lisonjeada. E fica fácil sair dali a imaginá-lo, pintar-lhe a vida e adivinhar-lhe a personalidade. Inventar o que diriam se tivessem a oportunidade de se cruzar numa mesa de café. Ele que a acha bonita, sabe que é assim pelo brilhozinho nos seus olhos; ela que sente uma curiosidade irresistível por ele. Que seria uma curiosidade dececpionada acaso essa conversa se viesse a concretizar, acaso se viessem a conhecer de facto para lá dos olhares e do nervoso e dos toques casuais e nada acidentais. O platónico é e será sempre irremediavelmente melhor!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Não concordo nada com isto!

O aumento do salário mínimo acho lindamente e, enquanto não atingir a fasquia de pelo menos 600 euros não será um valor minimamente aceitável. Estamos na causa da Europa e temos um nível de vida demasiado elevado para o que ganhamos. Quem consegue viver com 500 euros por mês? Consegue-se quanto muito sobreviver, e a custo. Mas não se consegue, de todo viver.

Contudo, ser a segurança social a suportar uma despesa que deve ser das empresas, ao mesmo tempo que lhes reduz a um ponto percentual a taxa social única e lhes alarga o prazo de pagamento das dívidas à Segurança Social, é simplesmente errado. Primeiro porque endivida ainda mais os cofres do estado numa despesa que não deve ser dele. Não vai haver reformas daqui a uns anos se continuam a dar dinheiro para BCP´s e outras empresas afins. Um governo não pode apenas governar com base numa timeline de 4 anos. Depois porque uma empresa que não consegue suportar um aumento de 15% no salário dos seus empregados é uma empresa que não deveria existir. Um empregado, nas 40 horas semanais que deve à empresa não consegue ganhar 475 euros em lucro?! Duvido muito.

Sou muito comuna nestas coisas porque penso que os empregadores cada vez têm mais privilêgios e vantagens e o empregado cada vez menos. Talvez por estar do lado do empregado que já passou por recibos verdes, contractos verbais e explorações do empregador. Já chega de facilidades! Um bocadinho mais de justiça num estado que se diz Estado Social.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Faltam 20 dias para o Natal


E a ida de ontem às compras resultou num belo bouquet de bolas natalícias, bonecos de neve e velas decoradas. Gosto da casa assim. Quando tiver tempo tiro fotos!

ADDICT

A net tem estado instável e inacessível estes dias, o que me tem causado um stress acrescido por serem os dias que posso dedicar com mais tempo ao envio de currículos e consultar os blogues que sigo. Estive o dia todo a tentar aceder à internet e só agora consegui.Não vou estar a pagar um serviço que na maior parte dos dias não está acessível. Mas é também nestas alturas que vejo o quão dependente estou desta ligação ao mundo, e não gosto de o reconhecer.

Acho que vou ter de reclamar de novo com a malta da Tv Cabo. Aliás, parece que só assim se consegue alguma coisa. Quando aderi à Tv Cabo, em Setembro passado, optei por um dos pacotes de que dispõem, nomeadamente o Zon Classic, que inclui tv, internet e telefone. Assumi portanto que o pacote incluiria uma box ou router e um telefone. Não faz sentido disponibilizar de chamadas grátis, pagar um pacote onde o telefone está incluído e não dispor do equipamento para que tal seja feito.

Mas não, nada de telefone. Tenho chamadas grátis para a rede fixa a partir das 21horas mas é suposto telefonar através de sinais de fumo? Vai daí toca a reclamar, e depois de uns quantos telefonemas para o apoio ao cliente e um email em que contava como já fui cliente MEO e CaboVisão, e tanto uns como outros disponibilizam todo o equipamento, pelo que não faz sentido a TV Cabo não o fazer igualmente, correndo o risco de verem por aí alardeado que são os mais fracos da concorrência. Posto isto, segunda feira vem-me trazer o telefone finalmente. Ora, a minha dúvida é: se eu não fosse refilona iria ficar sem um telefone ao qual tenho direito?! Pois, pelos vistos sim. Devem tentar isto com toda a gente a ver se passa.