quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Surpresa em modo repeat



O novo cd da Norah Jones, especialmente o single "Chasing pirates". Chegado esta manhã pelo correio. Prendinha surpresa do namorado que não me vê há 4 dias e diz estar com muitas saudades :)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

WANTED

Procura-se!

Com alguma urgência, entidades internacionais de referência (europeias e americanas - Canadá, EUA, Brasil - , de preferência) que actuem nas seguintes áreas: jornalismo ou comunicação no geral, jornalismo cultural , comunicação cultural, escrita.

Órgãos de comunicação, revistas, museus, teatros, companhias de dança, entidades culturais.

A escolha é muita e eu estou completamente perdida. Sugestões são muito, muito bem vindas!!

Flaming June


Um dos meus quadros preferidos! Vi-o ao vivo no início deste ano no Museu do Prado em Madrid. É pena a foto não conseguir captar as cores, um cor-de-laranja muito vivo, muito "flaming" e um reflexo na água que parece reflectir um sol de Agosto muito brilhante. A posição da June também está muito bem captada, uma certa inocência misturada com qualquer coisa de misterioso e de ninfa.

Governo e saúde pública

Mais uma notícia destas e poderá não ser a última! Até quando é que o Ministério da Saúde vai continuar a afirmar que a vacina contra a Gripe A não tem relação directa com estas mortes. Se não se sabe deslindar a causa com correcção, como poder dizer com toda aquela certeza com a Ministra Ana Jorge apareceu ontem a afirmar que a vacina não tem qualquer correlação?!

Quando está mais que sabido que ainda não se conhecem os efeitos secundários de uma vacina fabricada em tempo recorde que não foi testada na abrangência que deveria ter?! Quando, no hemisfério sul, onde o Inverno já passou e a Gripe A já terá atingido o seu pico, contas feitas, e esta gripe não matou mais do que a gripe comum num ano normal?! Porquê tanto alarmismo quando claramente não se trata de uma pandemia (vejam os números e não são maiores que os da gripe comum) e mata tanto quanto a gripe sazonal normal, pois quem morre é quem já tem algum problema de saúde anterior.

Que responsabilidade a deste Governo que apela a uma vacinação generalizada, em que até o Director geral da saúde vem à televisão para o país o ver a ser imunizado em directo (com o quê que ele foi vacinado? terá mesmo sido a dita vacina?) quando ainda não há dados concretos? Quando os dados que há apontam para uma gripe não muito diferente da que já estamos habituados. Que se trata a benurons e aspegics segundo os médicos com quem tenho falado.

Espanta-me como a indústria farmacêutica pode ter tanto poder e atemoriza-me a facilidade com que o Governo se alia a poderes económicos contra a saúde do povo que representa. Tudo para quê? Para que se possam escoar alguns químicos prestes a perder a validade,talvez? Para alguma experiência em que servimos de cobaias em primeira mão?

Cada vez mais a realidade se assemelha a um filme de catástrofe da humanidade por um qualquer vírus que fugiu de controle. 24 dias depois, 12 macacos, I am legend...o cinema está cravejado deles e a realidade parece não estar muito distante um futuro tão sombrio quanto o que eles representam.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Expectativa


E chove a potes lá fora. Non stop desde ontem. O que vale é estar de regresso à base com a lareira acesa, benefícios de estar em casa.

Mas não há tranquilidade neste calor, a cada novo início de semana a sensação de suster o ar nos pulmões até ao limite. Saber se o telefone irá tocar, se haverá alguma proposta que valha a pena, se os resultados das provas que fiz saem finalmente esta semana e se serão positivos. Já era hora de vir algo bom!

Mas no entretanto o que fica é esta indefinição no ar, não saber quanto tempo fico aqui, se volto a Lisboa em breve, ou até se vem o resultado tão esperado que me irá fazer regressar a ser uma cidadã do mundo. É ter a vida suspensa, as expectaivas a atropelarem-se nas mãos à espera que algo aconteça, até porque neste momento já não sei o que mais fazer senão esperar. Literalmente esperar que algo aconteça. E acho isso tão triste! Não poder ou não conseguir ter poder activo no que vem mais à frente no caminho, nem mesmo o escolher desse caminho.

domingo, 15 de novembro de 2009

Música


Tão boa a voz deste moço! A maneira como interpreta as canções que canta toca-me cá no fundo. Descobri-o na banda sonoro do filme "My Blueberry Nights" e fiquei fã desde então. Sweet!Oiçam por vocês.

sábado, 14 de novembro de 2009

Uma causa que vale a pena apoiar

e custa tão pouco! Aqui!

Tão bom!




Já não vinha a casa há quase dois meses e o tempo começava a pesar. Especialmente porque esta é das minhas épocas favoritas aqui por cima, onde o Outono sabe mais a outono e as cores das árvores se acentuam mais. E depois a comida da mãe, as castanhas assadas do castanheiro aqui do lado, as romãzeiras carregadas, o jardim, o meu quarto grande...a casa da infância será sempre mais casa do que todas as outras.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Discriminação?!Não, (apenas) despiste de droga



















Passei a manhã inteira a fazer exames médicos. Tudo isto para poder trabalhar, durante a época de Natal, num conhecido centro comercial do centro lisboeta. Primeiro fazes os exames todos, depois és contratada. Eles dizem que servem apenas para fazer o despiste de drogas (e, de facto, além da urina da manhã que tínhamos que levar de casa, chegados lá ainda nos pediram para urinar na hora para um tubinho minúsculo!) mas fizeram exames de audição, de visão e check - up completo, além de um monte de perguntas indiscretas que penso que não são para ali chamadas nem tem relevância nenhuma para a função. Por exemplo, a profissão, nome e idades doos meus pais são importantes porquê motivo?!

A verdade é que alguém que esteja grávida, tenha audição de velha ou seja seropositiva, tenho as minhas sérias dúvidas que essa pessoa seja chamada para assinar contrato. Isso não é ilegal? Discriminação? Claro que a empresa irá sempre alegar que os motivos são outros e, nunca se poderá provar este tratamento diferenciador.

Assusta-me esta invasão de privacidade. Percebo que a empresa em questão queira manter o seu grau de profissionalismo, mas há informações desnecessárias, em nada relevantes e exames que em nada têm que ver com a despistagem de drogas. Confesso que me senti invadida e constrangida, além de que a enfermeira ou técnica, ou sei lá o quê que ela era, que me tirou sangue, magoou-me como nunca antes para tirar sangue. Eu não sou nada queixinhas nestas coisas e sou daquelas pessoas a quem as agulhas não fazem impressão, nem tem problema em dar sangue, mas fiquei com o braço todo dorido pois a "profissional de saúde" demorou eternidades desde que me espetou a veia até que dissesse para abrir a mão para que o sangue fluísse, e o tempo todo tive uma dor como se me estivesse a espetar a carne de uma ponta à outra. Além disso, não usou luvas. É de mim ou deveria usar?!

Cada vez mais os empregadores fazem o que querem e o que lhes apetece e, cada vez mais, o empregado é sujeita-se. A verdade é que odeio a maneira caladinha e branda, tão portuguesa de ser, resignada, aquele encolher de ombros, aquela conformidade silenciosa, aquele olhar de coitadinho. Na sua cabecinha não há outra alternativa senão "sujeitar-se". O que os portugueses se esquecem é que têm direitos consagrados na lei. Que não se aplicam na prática , pois não, mas porque ninguém lhes dá uso, não reclama nem luta por nada. Os empregados vão ser sempre mais do que os empregadores, e se todos nos recusássemos , por exemplo, trabalhar a recibos verdes ou a denunciar os falsos recibos verdes, ou a recusar todos os estágios não remunerados que nos propõem até depois dos 30 anos e por mais habilitações que tenhamos, a situação do trabalho em Portugal talvez pudesse ser bem diferente. É que assim não vai a lado nenhum, pelo contrário, tende a piorar.

Se houvesse mais "nãos" e menos medos, menos encolher de ombros, estávamos todos concerteza bem melhor em termos de mercado laboral.