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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SUPER 8


Este filme vai entrar directo para a lista dos meus preferidos dos últimos tempos. Faz lembrar ET ou os Goonies, não é ao acaso que Spielberg está na produção. E com JJ Abrams no argumento, claro que a expectativa está garantida. O crescendo é muito bem conseguido desde o início e só notei uma quebra na parte final, mais futurista e com um certo toque à Alien!
E os miúdos, caramba, os miúdos são extraordinários. Conseguem passar uma emotividade tamanha! Então a cena em que a Elle Fanning chora perante as imagens da mãe de Joe, até a mim me comoveu, do outro lado do ecrã. Já tinha ouvido dizer que seria até melhor que a irmã, Dakota e não achei possível. Mas, de facto aquela família é um poço de talento. Em relação ao filme em si, recomenda-se. Pelo imaginário, pela inocência, por aquela frase final, tão simples e tão verdadeira " Bad things happen but you can always live".

domingo, 29 de maio de 2011

O que mais gostei foi a maneira como acaba

Aquela expressão deles os dois. O final em aberto que te deixa a pensar. E a Keira, que está realmente entre as minhas actrizes preferidas. Gosto de filmes assim, tão possíveis como a vida. Os diálogos são bons, os actores conseguem transparecer emoção e mostrar que o amor não é tão simples e linear assim.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

BOPE

Muitos dizem ter gostado mais deste filme do que do primeiro. Não foi o meu caso, talvez por aquele impacto inicial. Este assume-se mais político, mais anti-sistema geral. Gostei, mas continuo a preferir o primeiro. Até porque nesse o Wagner Moura aparece em muito mais cenas fardado...e como ele fica bem naquela farda!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

The Straight Story



Quando comecei a ver este filme fiquei aborrecida e pensei em apagá-lo ainda antes dos primeiros 10 minutos terem decorrido. Ainda bem que não o fiz. É maravilhoso, desde as interpretações, à realização (David Linch), à banda sonora (angelo Badalamenti, o compositor fetiche de Lynch, que também compôs a ost da Mulholand Drive) . E melhor, baseado numa estória verídica.

Um homem no final da vida, meio cego e com dificuldades de locomoção, decide-se a ir visitar o irmão doente, com o qual não fala há mais de 10 anos, atravessando o estado do Wisconsin e Iowa num cortador de relva. Sim, um cortador de Relva!

Tenho uma queda por filmes que retratam viagens como metáforas de vida, mas este é delicioso e tocante, especialmente por ter sido uma estória real. E o actor principal, como é possível que não tenha ouvido falar dele!!Richard Farnsworth, de uns olhos azuis que puxam através do ecrã e uma interpretação de deixar lágrimas no canto do olho. Este vai para a minha lista de filmes de sempre.

sábado, 15 de maio de 2010

Adorei!


A grande vantagem de não ter televisão - ou ter apenas televisão francesa cheia de programas que normalmente não me interessam - é poder ver os filmes que tenho guardados no disco externo. Devo ter mais de uma centena deles à espera de serem vistos. Este já andava para espreitar faz algum tempo, mais por curiosidade em ver o Joaquim de Almeida num outro registo que não o mauzão do 24. O papel do Joaquim é secundário e não é ele que faz o filme brilhar, mas sim o realizador e a maneira como colou os pedaços de uma história trágica quando não tinha que o ser. Ou de como uma história de amor se pode tornar uma cruz carregada para a vida inteira até se conseguir a redempção possível.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Filmes



Entre ontem e hoje alapei-me no sofá a ver filmes em atraso. É a parte boa em estar em "férias forçadas". Mas confesso que com esta chuva que cai lá fora ininterrupta, o sofá, a caneca de chá e o filme me sabem mesmo bem.

Peguei na lista dos últimos filmes sacados e comecei com este "Beyond a reasonable doubt", cuja trailer vi no cinema e que despertou a curiosidade por se tratar de um jornalista em busca de uma história promissora. But could it be any worse?! Desde a montagem do filme à forma como a história é contada, é mau, mesmo mau. Tanta previsibilidade enjoa. Especialmente na cena final em que a moça descobre que afinal ele a está mesmo a enganar, vira costas, pára no último instante antes de sair porta fora e diz " Just one more thing" pausa, close up na cara da personagem e depois "Fuck you!". Seriously?! Essa frase, de novo? O que raio é que isso veio acrescentar à história.

Hoje não sai dos blockbusters nem da previsibilidade e atirei-me às 2 h30m do catastrófico 2012. Quem viu um dos filmes do Roland Emmerich viu-os todos e este não é muito diferente. Uma familía meio destroçada, laços sentimentais, uma montanha de efeitos especiais e o apocalipse a caminho. É entertenimento e vê-se bem, apenas isso.

Em lista está "An education", "Cocco avant Channel" e "Footloose" que ando à anos para ver.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ontem foi dia de cinema





Penso que gostei mais deste "NY I love you", do que de "Paris Je t´aime", que achei mais fragmentado. O filme dura cerca de hora e meia e fica-se à espera de mais, mais desenvolvimento nas histórias no ecrã, nos diálogos das personagens. Nova Iorque aparece mais tangível, acreditamos nquelas conversas de passeio enquanto se fuma um cigarro.

Gostei sobretudo da curta da Mira Nair, aquele entendimento extra- cultural, a maneira como foi filmado e porque tem uma das minha actrizes fétiche, Natalie Portman que fica sempre bem no ecrã, independentemente do papel que desempenhe. Gostei também da história do rapaz no baile de finalistas que deu para umas boas risadas, do engatatão de rua e a mulher atraente que é prostituta afinal, do casal do restaurante que tenta quebrar a rotina enquanto se houve "No surprises" dos Radiohead. Um Shia Labeouf irreconhecível e muito, muito bom, uma Julie Christie comovente nas suas rugas que tão bem lhe parecem. A homenagem a Anthony Minghella, que não teve tempo de realizar o que escreveu.

No final, a dúvida do porquê a curta de Scarlett Johansson, onde entrava Kevin Bacon, não ter sido incluída. Não terá sido por cosntrições de tempo. Estaria tão mau ou tão desfasado do que se procurava?

Central park em dias de névoa, os cafés acolhedores com janelas grandes para a rua, as homogéneas casa de bairro, as conversas de táxi, a miscelânea cultural. Apetece morar lá uns tempos. Não sempre, mas um ano, ou dois, só para experimentar como será afinal. Estou ansiosa por fazer as malas e partir.