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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tenho saudades de...

receber flores. As primeiras que recebi foi uma orquídea enviada numa caixa dos CTT. Nunca antes havia recebido flores, nunca antes me haviam enviado flores e lembro-me desse dia como se fosse hoje. Lembro-me que morava no Porto na época e só entrava ao trabalho ás 14h. Eram 11h e eu estava na cozinha a começar de preparar o almoço Já sabia que haveria alguma coisa a caminho mas não sabia o quê.
Tocaram à porta e era o senhor dos CTT, caixa branca e vermelha na mão. Subi com ela e pousei-a na mesa do meu quarto. Voltei à cozinha e desliguei o lume, tirei o avental. Voltei ao quarto e sentei-me na beira da cama, abanei a caixa que não fez nenhum ruído identificativo.
Tive que a abrir à tesourada, de tão protegida que estava com fita adesiva. Lá dentro uma simples orquídea branca, salpicada de pétalas de rosas vermelhas e um poema apenas. Estávamos em Outubro e lembro-me de sair de casa para o trabalho com o sol no rosto, sentir que flutuava, sorriso na cara, phones nos ouvidos. Ainda não sabia bem o que aquilo queria dizer mas sentia-me bem, confiante, como se o mundo estivesse prestes a abrir-me os braços. Sei que fui tomar café com uma colega antes do trabalho e lhe contei o que acontecera. Sei que ela estava mal humorada e disse qualquer coisa menos simpática, mas que não me fez qualquer mossa.

Hoje uma colega de trabalho recebeu um gigantesco ramo de flores. E eu, confesso, senti inveja. De receber flores, de ter alguém que me envie flores, da fase do enamoramento e do flirt, da conquista. Sinceramente, há poucas coisas tão boas na vida como isso. E sinceramente também, quantas vezes é que nos apaixonamos assim?!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Este tipo parece meio palhaço mas bem que percebe da coisa

Não percebo porque é que "amo-te" se escreve desta forma: amo-te! Quando deveria ser desta: amote. Amo-te não deveria ter hífen ou tracinho, como se costuma dizer. O amote de que falo, este, não deveria ter espaço, para que nenhuma letra respirasse, para que ficassem ali as letras apertadinhas de forma a não caber mais nenhuma. Porque a verdade é que, quando se ama alguém, não cabe mais ninguém ali. Porque não há espaço. Porque as letras estão literalmente sufocadas por essa palavra que se deveria escrever apenas e só assim: Amote. Daqui!

terça-feira, 8 de março de 2011


O rapaz até pode ser simpático, aparentar ser interessante e persistente no número de vezes que convida para um café, apesar das negas. Afinal é só um café. Mas ele não és tu e, sabendo que algum dia vai ter que ser, o meu coração ainda não está pronto para deixar ninguém bater à porta sequer. Mas quando até a minha própria mãe me começa a incentivar a sair com rapazes, dá que pensar pelo menos!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Da paixão e do amor

Hoje, a propósito deste post no blogue da Cate que citava o Fernando Alvim sobre metáforas com cães e gatos sobre a paixão e o amor, deram-m a seguinte resposta:

"Eu quero ser o teu gato com um cão dentro de mim"

E bastou para me deixar a sorrir!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

LOST


Estreou ontem a última série na Fox. Foi motivo mais que sificiente para me agarrar à televisão o resto da noite. Adoro, adoro! Prendeu-me desde o primeiro episódio e, ainda que ás tantas haja já demasiada confusão quanto ao enredo e duvide que vá ser tudo, tudinho, esclarecido, é daquelas séries que não saco porque prefiro guardar as terças à noite ansiosamente, guardar um lugar no sofá, a manta, e ficar a semana a conjecturar sobre o desenvolvimento que trará o próximo episódio.