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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

15 de Setembro

Estava fora de Lisboa e não fui. O que vi pela tv foi uma massa de gente a invadir o país e depois os desacatos frente à Assembleia da República. Gente que foi ali para armar confusão, gente que não quer a mudança, só o confronto. Gente idiota que quer destruir a Asssembleia para quê? De que servia? Além de se destruir património público, somos nós a pagar. Gente ignorante que chamava os polícias de filho da puta por não tirarem a farda e se mudarem para o lado dos manifestantes ( eles estão a trabalhar, se o fizessem teriam emprego hoje para pagar as contas?!) Não pode ser fácil estar ali, quando também eles são impactados por estas medidas, quando muitos deles terão a mesma opinião que mais de um milhão de portugueses e sobretudo quando estão a ser ameaçados, ofendidos, confrontados e a ordem é não reagir. E viam-se garrafas a ser atiradas, petardos que facilmente poderiam instar ao tiroteio, tomates até contra os cães polícia. Se eu lá estivesse acho que me voltava era contra os arruaceiros!

E no meio dessa ignorância e apelo gratuito à violência, estas duas imagens: um cravo e um abraço contra a farda negra dos polícias. O vermelho da flor e o laranja dos cabelos da Adriana, que parece ter saído de um catálogo de propósito para esta foto. Já andam a correr o mundo. E como o mundo precisa de mais imagens assim!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Vamos num lindo caminho...

"Jurgen Kroger, da Comissão Europeia, disse durante a conferência de imprensa que, "se no sector público se diminui o custo da mão-de-obra, o sector privado vai reagir porque mais pessoas tenderão a ir para o sector privado".
"Portugal tem um grande problema de competitividade e há duas maneiras de melhorar: pagar menos à mão de obra e aumentar a produtividade".

É só de mim ou este tipo não tem ideia do que fala? Mas vêm todos contentes dar conferências de imprensa a interferir em tudo! Um bocadinho mais de independência e menos ingerência política era bom. Primeiro, o português não vai a correr para o privado coisa nenhuma, quando há a ideia demasiado enraizada que no estado é que se está bem. As pessoas vão para onde há emprego e essa é a única certeza, por isso público ou privado não faz diferença. Depois, mais importante, redução de salários! Quer dizer, já temos dos ordenados mais baixos da UE, mas mesmo assim acham que temos um problema de competitividade?! Isto só pode ser no gozo. E pior, lá vai o nosso Governo todo sorridente apoiar estas asneiradas!