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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Leituras


Quando comecei a ler este livro a expectativa era alta: um monte de cópias vendidas em França, várias recomendações,etc...pensei que fosse adorar. Mas achei mediano. Lê-se bem e tudo mais mas a história é inverosímil de mais. Junta uma filha ilícita da rainha de Inglaterra a Mick Jagger a mandar mensagens a uma ninfeta de 16 anos. No final a coitadinha vence, a que sempre teve tudo, tudo perde. Demasiado cliché.
Agora estou sem nada para ler. Alguém me aconselha? Tenho a Insustentável leveza do ser de Kundera em lista de espera. É um clássico, mas será que vale a pena? É que tenho o David Crocket do Sousa Tavares ali na mesa de cabeceira com vontade que eu o releia e não sei se resisto.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Na mesa de cabeceira...


Acabei na semana passada este clássico de Aldous Huxley, que eu sempre gostei ainda antes de ler alguma coisa que fosse dele por causa da música da Sheryl Crow, "Run baby run", " she was born in November, 1963, the day Aldous Huxley died". A música é das minhas preferidas dela e este Aldous parecia-me importante só pelo facto de ser nela mencionado. Há várias coisas que gosto assim, só pelo nome, pela música, sem ter qualquer conhecimento de causa mais aprofundado. A escrita dele é bastante neutra, mas surpreendeu-me a capacidade de projectar um futuro tão real. Tão assuatador a meu ver, mas não muito longe do caminho por onde estamos a ir.

Agora ando perdida em campos de trigo, lidos na versão original, e estou a adorar este americanismo de Salinger. Dou por mim a ler a sua narração a alta voz, a tentar criar um sotaque deste míudo de 16 anos que nos prende às páginas.